quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
bora?

Eu vi esse bronze hoje nos meus arquivos e decidi: praia já!!! Caramba, nem me lembrava mais que eu me dava esse direito de ser rata de praia, de curtir o vento sem dia nem hora pra voltar. De mergulhar no mar e ficar com gosto de sal o dia inteirinho. De fugir das obrigações sem lembrar que celular existe e não sentir nenhuma culpa por isso. Quero desligar o botão da caretice, tirar da minha pele o cheiro de escritório e colorir as maçãs com algo mais saudável. Que tal sol de verdade? O disfarce do blush é o retrato da falsa liberdade que a gente inventa e se engana que é feliz. Quero vida de verdade, música alta e sono até tarde. Quero gastar sem conferir o saldo, beijar até doer a língua. Quero dores de verdade. Verdades de verdade. Quero ser mais eu. Quero pular fora dessa caixa sufocante que me obriguei a entrar. Quero mais é ser feliz. E sem pressa de voltar.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
]ok[
Sim. É muito fácil ocupar a mente, o espaço e todo esse vazio que a insensibilidade desconhece. É possível apontar ali, despontar aqui, envaidecer na quina de outrora. Ou então simplesmente destravar a janela do olhar. Porque é no momento do caos que se conhece o real lugar da calmaria. É no embaraço de pensamentos que se desperta para o verdadeiro olhar de cumplicidade. É na ausência de paz, que se encontra a adrenalina. Tão sedutora quanto a serenidade se mostrou um dia. Que tal? Afinal, para os comprometidos com a tal da felicidade, sempre existe uma saída, por mais disfarçada que surja, para desmanchar a ruga da testa e engolir as orelhas com o sorriso petulantemente despretencioso. É aí que tudo acontece. É aí que se perde o que se tem e se acha o novo, como diria o cantor, de novo.
]só assim[
Quem sabe escrevendo uma bula. Ou dispondo de manual de instruções. Quem sabe dando a receita. Ou pondo legenda, facilite a tradução.
Quer que eu desenhe?
Quer que eu desenhe?
]aí[
É no suave encontro de minhas pálpebras que viajo no tempo e no espaço e sou mais sua que desse pedaço de chão que meu pés fincaram. É no fechar silencioso da janela de minha alma que revivo a presença latente do mais novo vício que guia meu destino. É no descansar de minha insistente ansiedade que visito as memórias dos poucos instantes que tornaram o caminho curto para a velocidade de meus pensamentos. É no apagar, no desmaiar, no desligar, no desatar, no desprender. É no off de minha vivência distante que eu sou mais eu. Porque eu não estou aqui. Ainda estou aí. Despertando teu sono. Assistindo tua vida. Percorrendo teu espaço. Povoando teu lar. Eu ainda estou aí, acordando teu desejo. Ainda estou aí, libertando meus medos. Ainda estou aí, querendo sempre você. [Par]a mim.
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