terça-feira, 18 de novembro de 2008
]ok[
Sim. É muito fácil ocupar a mente, o espaço e todo esse vazio que a insensibilidade desconhece. É possível apontar ali, despontar aqui, envaidecer na quina de outrora. Ou então simplesmente destravar a janela do olhar. Porque é no momento do caos que se conhece o real lugar da calmaria. É no embaraço de pensamentos que se desperta para o verdadeiro olhar de cumplicidade. É na ausência de paz, que se encontra a adrenalina. Tão sedutora quanto a serenidade se mostrou um dia. Que tal? Afinal, para os comprometidos com a tal da felicidade, sempre existe uma saída, por mais disfarçada que surja, para desmanchar a ruga da testa e engolir as orelhas com o sorriso petulantemente despretencioso. É aí que tudo acontece. É aí que se perde o que se tem e se acha o novo, como diria o cantor, de novo.
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