quinta-feira, 16 de outubro de 2008
]só nada[
O estômago dói. A garganta embarga. Os olhos se perdem. As mãos gelam, esquentam. O corpo responde, reage, reclama. E a saúde permanece sã. Há falta de ar nas manhãs lentas. E insônia nas noites solitárias. Torpor nos dias de domingo. Inquietude nas pernas descansadas a todo minuto. É aquela falta do não pode. O vazio do sentir. É vontade de dar cambalhotas o tempo inteiro e sacudir um pouco o que não anda, nem pára, nem corre, nem muito menos saltita no ritmo das vontades persistentes. O limiar do limiar da linha tênue do limite da fronteira do que pode nem ser. Já nem me lembro mais.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário